ENTREVISTAS

Sempre Fui Conhecida pela Minha Família por “Aquela Tem Tudo Sem Fazer Nada”… Será Que É Mesmo Assim?

March 9, 2022

O blog post da V mais privado de sempre. Sobre dreams, goals, drama familiar, love connection e coragem

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Pronta Para Tornar os Teus Sonhos Realidade?

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A porta de entrada para o alinhamento com o seu eu superior e, finalmente, experimentar a liberdade da imagem corporal e começar a viver a vida que você merece. 

Este vai ser o meu post mais privado de sempre. Sobre dreams, goals, drama familiar, love connection e coragem. Prepara um chá ou um café e prepara-te para saber dos meus últimos meses/anos. Vai ser conversa de amiga para amiga/o.

Em 2019, eu e a minha bestie, business partner, soul sister Sara Brites, viviamos numa casa toda instagramável no coração de Bruxelas, Bélgica. Eu tinha me mudado para a Bélgica, em 2018, com o objetivo de juntar dinheiro para me mudar para a Austrália, mas a minha vida ia ficando tão boa, que deixei de agir para o meu sonho e deixei de me preocupar com o objetivo de juntar – quanto mais eu ganhava, mais eu gastava… Estava a colocar o meu dream de lado e just living na zona de conforto. Mas em Outubro de 2019, acordei e a primeira coisa que disse à Sara foi “É Agora! Vou aplicar o visto agora! Sinto que tenho de ir já!”.

Se não me conheces, esta sou eu! Quando acordo com uma ideia tenho que a meter em prática rápido. Tenho 5 segundos para sentir (com o meu coração) se essa é a direção a seguir e tento não dar tempo ao meu cérebro de processar a informação. Porque quando eu estou na lógico, perco facilmente a minha capacidade de me ouvir a mim própria.

E essa parecia ser a direção certa! Só que perdi o meu passaporte… Encontrei-o só em Dezembro e a ideia inicial era vir para a Austrália com o visto turista e aplicar o WHV. Mas como ninguém sabia (a não ser a Sara) e estava numa época de grandes fogos por aqui, decidi que ia primeiro para Bali, regressava à Bélgica para fazer as malas e lá ia eu.

Na verdade, fui mesmo para Bali. Regressei à Bélgica no final de Janeiro e em Fevereiro o nosso querido covid-19 apareceu e fechou as fronteiras todas.

Eu sou bastante positiva. Acredito que as nossas emoções e os nossos pensamentos criam a nossa realidade (e assim se processa a manifestação)… Então sempre acreditei que ia ficar no máximo uns 4 ou 5 meses “retida” nas terras belgas e depois era ooook viver a dream life. Isso não aconteceu! A Australia resolveu fechar tudo – para turistas, para residentes, para pessoas com vistos – durante mais de 2 anos.

Aproveitei o meu tempo e energia para me dedicar ao máximo à minha carreira profissional e fazer o meu trabalho 100% online. Começei a fazer crescer o VS (juntamente com a Sara) e trabalhava horas e horas a fim. Construi algo sustentável para as duas, alinhado com os nossos valores e missão. Consegui fechar parcerias épicas e posso dizer que vivia uma vida com bastante qualidade em Bruxelas… Mas trabalhava muito. Não me permitia ter férias desde Bali.

De verdade… Mas ouvia sempre a minha família a dizer “Gostava de ter essa tua vida… De não fazer nada.” ou “Que bela vida… Também gostava de trabalhar assim tão poucas horas” ou “tu não fazes nada”…

Sempre ouvi isto (e muito mais!). Vou fazer 27 anos para a semana e sempre fui conhecida na família por ser a princesa, aquela que tem tudo sem fazer nada, a refilona, “a filha que dá mais trabalho”, a perdida ou a que muda de ideias do dia para a noite…

Para perceberes melhor… Também sempre fui o SHOW das festividades da família. Acho que já estávamos todos à espera do Natal ou da Páscoa para ver com quem eu ia discutir (porque me picavam e me levavam ao meu limite) e tinha que me levantar sempre da mesa pedindo educadamente para sair – para 1) não chorar de raiva; 2) não mandar a pessoa à m*. *E atenção, considero ter uma família funcional, muito para a frente e super amorosa – mas somos todos humanos… com regras, com crenças, com vivências, com realidades DIFERENTES*. Ouvia constantemente alcunhas ou expressões como “frasco de veneno”, “com esta aqui não te metes”, “atenção que ela é fogo”, “se não fosse feita, tinha que ser inventada”.

Com isto tudo, ao longo dos anos, fui me reprogramando e tornando-me numa versão com cada vez menos ego, com mais amor, luz e compaixão, por mim e pelas outras pessoas, de modo a não levar nada para o lado pessoal. Começei desde nova a perceber que as pessoas quando em desequilibrio falam através do ego e não através do verdadeiro Eu – e que para me dar bem com toda a gente, acreditar em mim mesma e seguir confiante das minhas próprias decisões, tinha de NUNCA levar nada para o lado pessoal e não absorver as certezas dos outros.

Sabia que esta mudança ia ser grande e quanto menos gente soubesse melhor. Assim também não iam refletir os medos delas para mim. Sabia que a única pessoa que me podia fazer mudar de ideais era o meu pai – então optei por não lhe contar nada. Apenas lhe fui dando várias luzes ao longo destes 2 anos.

Em Janeiro de 2022, finalmente chegou o momento. Aquele momento que eu esperava há mais de 2 anos. Mas naquele preciso momento, eu queria fazer algo completamente oposto ao que eu me programei para fazer. Eu queria adiar a minha ida para a Austrália, nem queria saber de quantos dias/semanas/meses, para voar para outra parte do Mundo, porque o meu coração estava a sentir um magnetismo inexplicável por um ser humano incrível, mas que na verdade mal conheço nesta linha temporal. Eu só pensava “Como assim???? Criaste uma versão que não se apega a ninguém, de modo a atingires o teu objetivo de chegar à Australia livre, e agora estás a gozar comigo? Queres ir mesmo atrás de alguém que não sabes como vai reagir”, “Estás louca… Porque é que sempre que consegues alguma coisa, queres fazer o oposto?”, “Don’t overthink, please”. Nada daquilo fazia sentido na lógica, mas a mim fazia-me todo o sentido, ainda que o meu lado consciente estivesse ali em conversa interior e tentar analisar cada segundo dos meus pensamentos.

Nessa semana, fui ao café com uma das melhores pessoas que Brussels me trouxe. Foi das únicas também que me despedi. Ela é como se fosse da família e crazy como eu. Não hesitei e contei-lhe que vinha para a Austrália, mas que estava com um pequeno problema… Soul Mate. Óbvio que ela me disse: Go foooor it! Liguei à Sara nesse dia e contei-lhe também “Mana, achas que é muito crazy fazer X, Y e Z” e ela só me respondeu “Pára de ser impulsiva, FOCO!”. Foi a palavra mágica para o meu cérebro.

Quando o meu cérebro ouve FOCO, eu ganho de novo o power para me focar na goal, task ou no que quer que eu esteja a fazer. Foi a palavra necessária para agir. Comprei os voos para AUS, ativei o seguro de saúde, fui à comuna dizer bye-bye (para quem não sabe, no estrangeiro, quando se muda de país convém dizer à camera municipal que se vamos embora – e ficamos com uma prova legal (documento oficial), fui tratar da minha carta de condução internacional e perfect. Para mim estava tudo feito.

Recebi ainda uma amiga de longa data em casa, uma semana antes da minha viagem, e ela começou a fazer as perguntas normais – do género… Vais para onde, já tens casa, podes trabalhar lá online na mesma, vais ficar quanto tempo?

Até aquela dia, eu não sabia! Só sabia que vinha para a Gold Coast e que achava que estava a perder o homem da minha vida, mas tinha que manter o foco! E se achas que eu estou a gozar, porque estou sempre a rir. Desta vez, estou a falar verdade. Eu estava completamente apaixonada. Mas sim, eu só sabia que vinha para a GC, mas como o voo era para Brisbane tinha 1 noite num hotel. Top! Era o suficiente. Depois ia vivendo cada dia como se fosse o único. Why not?

Mas bem, para sentir uma certa segurança e falsa estabilidade, reservei uma casa para os primeiros dias, dois dias antes da viagem. Fiz a mala (apenas de 25kg) nas últimas 10h e aí é que me me viram vários pensamentos e diferentes emoções… O passado veio à cabeça, o sentimento de aquele ser o fechar de um ciclo e tudo o que o meu pai me dizia durante anos estava a fazer um match e estava a ser potente:

  • Vocês quando estão bem, querem mudar
  • Custa começar do zero
  • O dinheiro não é para gastar assim
  • Tens que assentar
  • Quando é que começas a levar a vida a sério?

Escolhemos deixar aquela casa, com 80% das coisas materiais lá dentro. Dar quase tudo na verdade. Eu olhava para os copos de cristal e só pensava porque raio é que a minha mãe me levou aquilo para ali… Para eu agora dar. Ou para a SMEG, que estava estragada e nenhuma de nós a foi arranjar… Olhava para TUDO, porque tudo era nosso. Quando fomos para aquela casa no ínicio de 2020, ela não estava mobilada. Então tudo era nosso. Para a minha parte racional e consciente não aparecer mais, começei a dizer mantras “Eu não sou os meus bens materiais”; “Tudo está bem no meu mundo”; “Eu sou responsável”; “Eu estou a seguir os meus sonhos”; “Eu não sou definida pela quantia de dinheiro que eu gasto”; “Eu estou a ajudar outras pessoas”; “Quem dá as coisas, recebe do Universo a duplicar”; “Dinheiro é energia”; “A vida é para ser livre e simples”. Enquanto estava a fazer a mala, ia citando tudo isto em voz alta. Da coleção gigante de cristais – só escolhi 3 para trazer, dos óleos essenciais – só escolhi 1, da roupa – só escolhi a mais leve e fresca, de livros – só 2. Ficou tudo lá – material do office, secretária, sofá, camas. O meu cérebro era do género… 1 minuto a dizer: és parva, o que estás a fazer, tens aqui tanta coisa, tens aqui tudo… dois minutos depois: UAU, eu precisava mesmoooooo disto. Eu sou puro amor. Tudo o que eu preciso está dentro de mim. Eu não sou o meu dinheiro, não sou o meu trabalho, não sou as minhas coisas materiais, não sou nada. EU sou pura energia e sou fantástica! UAU. No minuto a seguir, apetece-me chamar o pai para vir de carro buscar isto tudo. No outro minuto, opa não posso… Ele nem sabe que vou! Quando fechei a mala, todos estes pensamentos passaram. Senti-me LIVRE!!!!!!!

O dia seguinte chegou. E aqui é que a festa começa também… Fui a daaaaar tudo para a aeroporto. Make Up on point, outfit épico, nível de confiança máximo, felicidade a rebentar o barómetro… Até o meu brother-in-law comentou. Eu ia de facto a dar tudo. Mal chegámos ao aeroporto, estradas curtadas… Montes de polícias e dogs a fazer patrulhas… O meu primeiro instinto foi “Merde, não vou apanhar o voo hoje”, mas o meu segundo pensamento foi “Não penses, não penses, não penses. Sabes que crias a tua realidade através dos pensamentos. Então imagina-te já a apanhar o avião. Claro que vais apanhar o avião.”

A Sra. do check-in a fazer 10 chamadas diferentes e a dizer para mim “Tens noção que quase ninguém está a entrar na Australia agora… É no momento presente o país mais difícil de entrar e com mais regras e documentos.” E eu: “Sim sim, mas eu tenho tudo!”. Após essas dez chamadas diferentes, ela diz-me que preciso de um teste covid negativo… Ponto positivo: podia ser o Antígeno e podia fazê-lo no aeroporto, recebendo os resultados em 30 minutos.

Lá vou eu fazer o teste… Regresso ao ponto de check-in e passam 30 min, passam 45 min, passam 60 min… Todos da Emirates à minha espera, até ao último minuto, para fecharem o check-in. Vinham ter comigo a dizer que estavam a rezar para eu receber os resultados. Outros vinham e diziam que estavam a ter mesmo pena de mim, porque entretanto tinham que fechar e se eu não apresentasse aquele teste, não podia voar. Eu rezava, a Sara rezava. Mais um show no aeroporto… Eu a manter a minha falsa calma – por fora super tranquila… Por dentro a pensar: porque é que isto me está a acontecer? Não fui eu ter com o meu soul mate para agora não apanhar o avião. Que sinal é este, Universo? Não estou a perceber NADA… Consegues adivinhar o que aconteceu?

Sim, é verdade! O meu resultado não chegou. Tinha passado uma hora e 14 minutos depois de eu ter feito o teste (e tive mais de meia hora na fila para o fazer) e o resultado ainda não tinha chegado… Elas fecharam tudo, pediram desculpa e disseram para eu contactar a Qantas (por onde eu tinha comprado o voo) para mudar o voo – para o mesmo dia à noite ou para o dia seguinte à mesma hora.

Aí senti o acto de mais amor que me permiti sentir de há anos para cá – permiti que o meu cunhado me tratasse da mudança do voo, meals e connections. Eu nunca deixo que as pessoas façam algo por mim. Percebi naquele momento que eu fazia tudo sozinha, tratava de todas as minhas coisas alone. E vê-lo a cuidar de mim, com uma simples chamada, fez-me sentir frágil, vulnerável, mas ao mesmo tempo muito amada. Parece estúpido, mas sei que se fores uma mulher independente, que já passou por vários traumas na vida e está habituada a viver solo, ser homem e mulher ao mesmo tempo, non-stop e com grandes responsabilidades, vais perceber o que estou a dizer. Naquele dia, senti-me cansada. Cansada da vida. Cansada de tomar decisões. Cansada até posso dizer mesmo do Universo e de confiar nos planos dele. Por minutos, estava-me a sentir perdida: comooo assim? Eu que consigo TUDO, não estou a conseguir… Sentia que ia apanhar o voo no dia seguinte, até porque os resultados chegaram IRONICAMENTE 14 minutos depois do fecho do check-in às 14:14, mas estava a aparecer o medo. E aí a minha inner child sentiu-se desprotegida, com medo e sem segurança. Começei a processar a mudança… God, o Universo, a fonte, o que lhe quiseres chamar, estava-me a dar tempo para processar. Algo que eu nunca faço… Por isso é que não sinto aquele medo, nem crio as hipóteses. Mas nessa noite estava a criar: E começei a pensar… “E se o meu English não é bom o suficiente”; “e se eu não gostar”; “e se eu não encontrar casa”; “e se não o dinheiro que faço online não for suficiente”, “e se… e se…” M*!!!! Eu não pensoooooo. Porque é que estou a pensar assim agora. Emoções negativas começaram a aparecer… Acho que nem dormi nessa noite.

Ironicamente… Nem a Sara nem o Luís iam estar por Bruxelas para me levar ao aeroporto no next day. Então eu senti que era mesmo um fecho de um ciclo, de 4 anos, que eu tinha de fazer completamente sozinha. Quando vocês me mandam mensagens a dizer “corajosa” ou “aventureira”, eu acho que isso se reflete do trabalho interno que faço e do me despedir de versões antigas de mim mesma. Escrevi praticamente toda a noite. Fiz journaling sobre libertação de pensamentos, emoções, experiências, pessoas, sitios que tive ali – em Bruxelas. De tudo o que eu não queria levar internamente para a Australia. Escrevi sobre o meu new self, como é que ele é, o que faz, o que tem. Libertei-me e manifestei-me. Next day, deixei Bruxelas com um dos melhores dias de SOL de todos os tempos, foi o dia 2.0.. Repeti – mesma make up, mesma roupa, mesma vibe 😀 Mal cheguei ao aeroporto, eram todos assim “Olha a girl de ontem, hoje vais! Estamos todos a torcer por ti”. Senti tanto amor, mas tanto amor. E depois de reverem os meus mil e quinhentos documentos e aprovações do gov australiano, luz verde para entrar. YES!!!!!

23h depois cheguei a Brisbane. O que senti quando estava a aterrar? “Welcome Home”. Eu sempre senti que já vivi aqui na Austrália em vidas passadas ou que vivo noutras linhas temporais. Mas senti também “Tu querias ficar aqui para sempre, mas é temporário. O teu next move é Bali! Parecia que tinha entrado numa outra dimensão! Basicamente só confirmaram o meu passaporte e a partir daí foi a coisa mais bizarra de sempre. Eles tratavam-me como local (e tratam até agora), como se eu já vivesse aqui há anos. Senti-me livre, leve, calma, que tinha confiado no Universo e que tudo se tinha alinhado no tempo certo. Senti que de uma miúda de tentava – há uns anos atrás – sempre controlar tudo e mostrar à família, que sou responsável, mas que vivo e penso de forma diferente de todos eles, estava uma mulher, super TUDO, a manifestar tudo, a render-se ao flow da vida. A perceber que quando deixamos de controlar as circunstâncias certas e a vibrar verdade, as coisas que são para nós chegam no tempo certo. Senti-me feliz. Senti-me uma dream girl. Senti-me fantástica. Opa, de verdade! Senti que estava a quebrar vários padrões da minha family, a restaurar gerações e a honrar as mulheres da minha família – seres INDEPENDENTES!!!!!

Next day, o maior challenge. Ligar ao meu pai. Só que correu mal… Alguém lhe foi dizer enquanto eu estava no avião, sem conexão. Então ele nem soube por mim. Imaginaaaa: a filha que vai embora sem dizer nada, a filha doida, a filha que não quer saber. Secalhar este post vem no sentido de eu querer muito que ele veja isto… De dizer que o amo, que ele devia de estar orgulhoso com as condições que eu vim para aqui, que estou a minha versão mais feliz de sempre, que estou a trabalhar para uma billion dollar company, que estou a co-criar um programa holístico em português, em parceria com uma empresa australiana, e que sou imparável. Ele devia de perceber que aqui me sinto 100% segura. Na Bélgica, era perseguida dia sim dia não… Que não podia andar sequer com as pernas à mostra. Que já fui assaltada várias vezes. Que uma vez estava ao telemóvel com a minha mãe e só tive tempo de dizer “mãe, liga à Sara e pede para me localizar o iPhone já, por favor”.. Um homem da STIB, não me abriu as portas do bus e levou-me para uns armazéns isolados… Que Bruxelas teve os seus anos bons, mas que já não era para mim! Já tinha vivido lá tudo o que tinha para viver.

3 dias seguidos tentei-lhe ligar. Não atendeu. Ao final de 5 dias, consegui tirar dele um “BOM DIA”, mas depois disso. NADA. Não falamos.

Acredito que precisavamos os dois desta cura. Até porque ELE também sempre ouviu o que me diziam a mim: não fazes nada, tens tudo, não precisas de trabalhar. Precisavámos os dois disto. Porque na verdade, somos os dois trabalhadores, humildes, empenhados, lutadores, por tudo aquilo que queremos! Este fogo que tenho dentro de mim vem DELE! E só paro quando EU quiser parar.

Quanto à minha família? Eu amo-os a todos. De princesa passei a corajosa, aventureira, um máximo. EU sempre estabeleci muito bem os meus limites. Não foi preciso eu dizer que estava a viver aqui. A minha mãe espalhou mensagem. E fiquei incrivelmente feliz de inspirar todas as pessoas à minha volta, principalmente a minha família. E como família de ex-emigrantes, sabe o quanto as despedidas baixam a nossa energia. Então todos perceberam!

Se me custou? Não! O meu avó esteve a viver na Espanha, a minha avó e mãe no Luxumburgo, o meu pai na Alemanha. Eu digo que isto da emigração está no sangue!

Se faria de novo tudo sozinha? SIM!!!!! Eu responsabilizo-me das minhas decisões. Eu só sou a pessoa leve que sou, porque faço as coisas no momento presente. Isso permite-te viver no flow, de manifestar a vida de sonho, de seguir os meus próprios objetivos.

Mas com este move de sonho – as coisas menos boas: temporariamente o meu pai não fala comigo (mas sei que vai falar um dia), perdi o meu soul mate (claro que não!!!! 1) Acredito que existem vários soul mates na nossa vida 2) O que for para ser SERÁ) e gastei dinheiro (estava preparada emocionalmente, financeiramente e fisicamente para isso – dinheiro é energia – “o que vai, volta a duplicar” é o mantra que uso sempre que pago alguma coisa. Ganhei tudo o resto! Ganhei as emoções mais elevadas: amor incondicional, inspiração, gratidão, felicidade e entusiasmo – a cada segundo. Se quem me conhece acha que eu estou sempre bem, high-energy, a vibrar good vibes. Estou assim a multiplicar por mil.

Com isto quero-te inspirar a seguires os teus sonhos. Vai com tudo! Porque tu mereces! TU serás o teu maior apoio. Tu serás o teu próprio GPS. Talvez vais ver que algumas pessoas já não vão fazer parte do teu caminho, ter a sensação de perda material e pensar que estás a construir um caminho sozinha/o. Mas digo-te uma coisa: quando tu desbloqueias o teu potencial e segues o teu coração, tudo o resto se alinha. O Universo funciona rápido. Vive o momento presente. Não penses no passado, porque o passado são apenas emoções guardadas como memórias, não penses no futuro, porque ele é previsível… E se queres construir uma nova realidade para ti, não podes fazer as coisas nem pensar da mesma maneira de sempre. Recria uma versão de ti! Uma versão que realmente VIVA A VIDA!

Não tenhas medo do que os outros vão pensar de ti. Porque faças a vida normal – como a sociedade te manda – faças uma vida diferente, VÃO FALAR DE TI!l Apenas vive da forma como queres viver.

Com amor,

V

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  1. Elisabete says:

    Amei! Obrigada pela partilha e inspiração 🙏🏻 Beijinho enorme

    • VS BRITES says:

      OBRIGADA LINDA <3 SEMPRE TIVE UMA VONTADE ENORME INTERNA DE PARTILHAR PARTILHAR PARTILHAR. FAREI MAIS PARTILHAS EM BREVE! UM BEIJINHO E ESPERO-TE AQUI <3 WITH LOVE, V.

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Sobre a Sara

Nem sempre estive nesta jornada de auto-desenvolvimento. Passei anos e anos a degradar a minha saúde física, mental e emocional, com dietas restritivas, pensamentos negativos, relacionamentos tóxicos e presa a uma vida que não queria... Nem sempre estive em grande forma. Mas agora, ao praticar o que prego diariamente, sinto-me fantástica.

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